Participamos da Audiência |Pública á convite da Procuradoria Geral do Estado para discutirmos a questão da mortalidade neo-natal como conselheira Interlocutora do Ministério da Saúde na cultura cigana.
Na ocasião, apontamos as dificuldades da mulher cigana em seu dia a dia no momento do atendimento na rede básica de Saúde.
Os ciganos possuem especificidades culturais que precisam ser respeitadas. e o nao entendimento, aumenta o pre conceito e racismo estrutural.
O efeito discriminação, é uma mola propulsora que inviabiliza a procura da rede de saúde por parte dos ciganos, deixando-os em uma situação ainda mais difícil. Portanto, como Conselheira Interlocutora Nacional do Ministério da saúde.
Estamos intensificando esse dialogo, a fim de construier pontes de entendimento aos governos, facilitando a sssim o atendimento da etnia cigana.
Diana
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