terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

I Reunião Ordinária com a Prefeitura de Tangará - RN

Reunião entre a comunidade cigana de Tangara e o governo municipal, para iniciar o projeto de inclusão do acampamento cigano nos programas sociais.

A reunião ocorreu no gabinete da prefeitura e contou com várias autoridades, entre elas: os ciganos da região, COEPPIR, através da Equipe Técnica (Graça Lucas e Diana), CRDH (Cândida e Darlan), Conselho Estadual de Direitos Humanos (Cleber de Souza), Pastoral dos Nômades (Dom Edson, Padre Wallace, Maria do Carmo, e Flavio José) as Lideranças Ciganas Antonio, Raquel e Petí , Sr. Alcimar (o prefeito), o Sr. Gija (pai do Prefeito) o seu secretariado (sec. Educ.;Sec. saúde,Sec. Ass. Social e de Serviços Urbanos) também dois vereadores (Câmara Municipal).

Encaminhamento dado a reunião:

Mediante negociação da prefeitura, será pedido a permissão ao dono do terreno, "o carneirinho" para levantar as barracas construídas pela prefeitura feitas de caibro e lona. em um espaço de tempo máximo de até 15 dias, segundo o pai do prefeito em caráter provisório.

Para que durante a espera seja construído um projeto definitivo que acomode aproximadamente 60 famílias, tornando tangará a maior cidade cigana do estado. e ainda se comprometeu de que em 45 dias apresentará o projeto a comissão e as lideranças ciganas onde será respeitando a Cultura Cigana.

O projeto inicial idealizado, é de uma "vila cigana", onde haverá espaço suficiente para as casas, uma capela onde homenagearemos o cigano espanhol "San Zeferino Malla", e ainda um espaço onde será utilizado para reuniões, cursos, ou interação dos ciganos.

Também foi firmado o compromisso de realizar um levantamento nas demais secretarias, para que os ciganos sejam inseridos em todos os programas sociais a que tem direito.

Diana.

Fotos/vídeos:


 

 

 

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Os Ciganos de Tangará/RN pedem socorro.

Os unicos ciganos acampados da etnia calon do Estado vivem um dilema. Ainda nao foram inseridos nas politicas publicas do governo. 

Na ultima sexta feira, recebemos uma ligação de uma cigana liderança da etnia calon. Pedindo socorro porque o dono do terreno em que os ciganos moram a mais ou menos 12 anos. 
Chegou com um caminhão carregado de tijolos, informando aos calons que eles deveriam desocupar o terreno, e que na próxima segunda feira ele iniciará a construção do muro cercando sua propriedade onde moram os ciganos em suas barracas

Entendemos os direitos do proprietario do terreno, porem buscaremos uma solução para que essa população seja assitida de forma justa  e igualitaria.

Inicialmente entramos em contato com os Direitos Humanos e prefeitura, na busca de soluções, tentando dirimir os conflitos. Segundo o prefeito, o mesmo se prontificou em doar um terreno para a comunidade.

Ressalta-se que as populações de baixa renda mesmo implícita nos artigos 203 e 204 da CF, certamente ao que podemos ver, essa lei nao tem se aplicado em Tangará. 
Art. 203 - A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:
I - a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;
II - o amparo às crianças e adolescentes carentes;
III - a promoção da integração ao mercado de trabalho;
IV - a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária;
V - a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei.
Art. 204 - As ações governamentais na área da assistência social serão realizadas com recursos do orçamento da seguridade social, previstos no Art. 195, além de outras fontes, e organizadas com base nas seguintes diretrizes:
I - descentralização político-administrativa, cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal, bem como a entidades beneficentes e de assistência social;
II - participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis.
Parágrafo único. É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular a programa de apoio à inclusão e promoção social até cinco décimos por cento de sua receita tributária líquida, vedada a aplicação desses recursos no pagamento de: (Acrescentado pela EC-000.042-2003)
I - despesas com pessoal e encargos sociais;
II - serviço da dívida;
III - qualquer outra despesa corrente não vinculada diretamente aos investimentos ou ações apoiados.

Em  abril 2012, mostramos essa situação triste em Brasilia, no Encontro Nacional de Saúde Cigana do Ministério da Saúde em Abril/2012. o que gerou muita comoção das pessoas presentes.

Tudo registrando em noso bog, sob a URL abaixo: (http://rorarani.blogspot.com/2012/05/encontro-nacional-de-saude-cigana.html)

Diana.

Fotos:

 


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A santa cigana: "Santa menina"

O município de Florânia, a 244 quilômetros de Natal, além de possuir atrações naturais, como cachoeiras, também possui um local religioso que atrai muitas pessoas durante os finais de semana e inícios de mês. É o Monte das Graças, lugar tranqüilo que abriga o Santuário de Nossa Senhora das Graças. O local guarda na sua história lendas que até hoje permanecem vivas e incorporadas à própria trajetória da cidade.

Localizado a cerca de 2 quilômetros de Florânia, o monte apresenta-se aos romeiros através de uma subida ornada com paradas que representam as 15 estações de Cristo. O detalhe fica por conta dos azulejos colocados nessas paradas. Neles pode-se acompanhar através de pinturas, o caminho que Cristo percorreu quando foi crucificado. Para os que vão ao local cumprir penitência, as estações, mostrando um exemplo maior, servem como incentivo para prosseguir.

Após a longa subida, os visitantes deparam-se no alto do monte com o santuário. Ele é formado por uma capela, uma praça de oração, uma casa de votos e um centro de estudos batizado com o nome de Centro de Estudos Linguagem e Reflexão Dom Heitor Araújo Sales.

Na frente da capela - bastante simples - três estátuas permanecem como que protegendo Florânia: padre Cícero, padre Ibiapina e Frei Damião. Na praça de oração outras estátuas em estilo rústico representam Jesus Cristo (de braços abertos e voltado para a cidade) e as três crianças que, na Itália, tiveram a visão de Nossa Senhora de Fátima.

A sala de votos fica localizada ao lado da capela e guarda consigo mistérios que remontam a própria história do local. Lá, próteses, pequenas esculturas de madeira representando mãos e pernas, bonecas, imagens e fotografias recontam a tradição nordestina de deixar representações de seus males para poder obter a cura. Esses objetos deixam no ar a curiosidade em saber quais suas histórias; e se as graças pedidas foram alcançadas. Há também nessa sala uma imagem do Frei Damião e da "Santa Menina", figura religiosa que é o centro de uma das histórias mais interessantes sobre o local.

Além disso, há a vista propiciada pelo local e o clima ameno que abranda mesmo a alta temperatura do Seridó. Esses dois fatores, somados ao sentimento de religiosidade que cerca o santuário, causam em qualquer um, até nos menos religiosos, uma agradável sensação de tranqüilidade e também uma vontade de lá permanecer o maior tempo possível.

Porteiro retrata a religiosidade do povo

O sentimento de religiosidade e a vontade de permanecer no Santuário são comprovados pelo porteiro do local, o agricultor Raimundo Rodrigues da Silva, 75. De acordo com ele as pessoas que visitam a região logo se afeiçoam. "Eu via sim que o povo que ia aí não tinha mais vontade de sair", contou.

Há cerca de quatro anos Raimundo trabalha no local. Desde então, ele ficou responsável por abrir o santuário às 5h e fechá-lo às 17h30. Quem colocou Raimundo nessa função foi o padre José Dantas Cortez, recentemente falecido. Esse sacerdote, conforme Raimundo, foi o responsável pelo maior desenvolvimento do santuário, que antes contava apenas com um cruzeiro e a capela. "Nós não vamos ver outro padre bom como esse", ressaltou o agricultor.

Além disso, ele também já foi atendido em algumas promessas que fez. Recentemente, por exemplo, Raimundo vinha sofrendo de uma dor na perna que o impedia de subir o monte nos dias em que missas eram celebradas. Ele resolveu então fazer uma promessa para a "Santa Menina", entidade que considera mais "valida" que Nossa Senhora das Graças. "Se eu ficasse bom da perna, assistiria à missa do 1o domingo do mês. A pé", contou. Atualmente, o agricultor já se considera atendido. "Eu acho que já estou bem melhor", concluiu.

(fonte: http://www.tribunadonorte.com.br/especial/redescobrindo/010617/010617.htm)


História da Imagem

O monte de Nossa Senhora das Graças teve sua origem do sonho de um frade de nome Otavio em 1946, o qual sonhou com uma menina que dizia existir num dos montes da cidade de Florânia, um milagre. Que era o seguinte: numa época de secas nesta região, a menina que viajava com os pais retirantes, afastou-se deles perto do monte, entretendo-se na procura de frutas de cardeiro, um cacto muito abundante no local, para alimentar-se, como não soube mais voltar morreu de fome e principalmente de sede no alto da serra.

O frade veio procurar o monte, que no sonho tinha como marco uma cerca cortando-a ao meio, justamente a divisa das terras dos fazendeiros João da Mata Toscano e Francisco Assis do Amaral, outro sinal era uma frondosa umburana, em cujo tronco, a menina – santa estava enterrada até a cintura com uma fruta de cardeiro na mão. Esta Umburana serviu de ponto de partida para a comprovação dos milagres ocorridos no local. Esta árvore exalava um perfume santo, daí as pessoas passaram a utiliza-lo como remédio, usando as suas folhas e cascas para curar doenças, mediante votos feitos pelos fiéis.

A utilização desta umburana teve uma repercussão tão abrangente, que com o decorrer do tempo foi destruída. Hoje dela só resta parte do seu tronco como relíquia santa e marco religioso, o mesmo está preservado dentro de uma dependência denominada “casa dos milagres”, destinada a guardar objetos trazidos pelos romeiros, representando votos feitos pela população religiosa.

Ao chegar a cidade o frade procurou o vigário Ambrosio Silva e pediu-lhe apoio. Este acompanhou-o até o local, juntamente com o sacristão Abílio Córdula. Lá foram outras vezes, sendo que no momento que encontraram o corpo da santa-menina, o frade quis fazer o trajeto sozinho. Decorrido algum tempo foi enviado a nossa cidade, um vulto semelhante ao da menina achada pelo frade. Com a chegada desta imagem, a cidade toda correu extasiada, o povo queria comprovar, observando se a menina-santa parecia com seus familiares, outros até queriam furar o corpo da menina-santa com alfinetes para saber se sangrava.

Devido a vários tumultos os Padres acharam por bem enviar a dita imagem para um local desconhecido. Em 1998 no cinqüentenário da festa do Santuário das Graças foi encontrada a imagem da santa-menina em meio aos objetos do Cônego Estanislau Piechel em sua residência, onde foi exposta no local do Milagre, e encontra-se ate hoje. No local do aparecimento do milagre foi escolhida para ser cultuada a imagem de Nossa Senhora das Graças.

O frade Otavio antes de voltar aconselhou o dono das terras, no caso o Sr. João da Mata Toscano, a construir uma capela no local do milagre. Para o trabalho de construção da capela toda a comunidade colaborou, como não existiam estradas para o local, o material usado foi usado pelos romeiros que incansavelmente subiam varias vezes ao local, levando telhas, tijolos e outros material. Pessoas da época contam que as veredas que davam para o monte mais pareciam formigueiros, de tanta gente subindo e descendo o local.

Em 07 de dezembro de 1947, foi celebrada a 1ª missa pelo Cônego Ambrósio Silva, no monte de Nossa Senhora das Graças sob a umburana. Prosseguida a construção da capela ao ser concluída foi celebrada a 1ª missa em 07 de Dezembro de 1948, a partir de 1949, a festa de Nossa Senhora das Graças ficou sendo festejada a 27 de Novembro, por este dia de ação de Graças ate nossos dias a data da festa e preservada.

Constantemente as pessoas seguem em romarias para pagar promessas e fazer orações no alto do monte, soltam fogos, rodeiam a capela de joelhos, rezam novenas e outras manifestações de fé.

O saudoso Padre José Dantas Cortez, incentivou muito as romarias para o monte das graças, celebrando missas, retiros, novenas, reuniões ou prestando serviços e melhoramentos no santuário.

A fé do povo não tem fronteira. Quanto mais tempo passa,é retratada através de fatos e graças alcançadas. Atualmente o Monte encontra-se muito bem estruturado para romarias e peregrinações com um centro de treinamento e reflexões, as estações, estrada calçada, um horto, a gruta de Nossa Senhora de Lourdes, local para celebrar missas campais, eletrificação e água encanada.

O monte de Nossa Senhora das Graças não é apenas uma das ilustres páginas da história de Florânia, como também e referenciado e enaltecido como ponto turístico da cidade e do RN.

(fonte: http://www.flordoserido.com.br/?site=monte )

Horário de visitas 

das 05:30h da manhã às 17:30h de domingo a domingo
todo 1º e 3º domingo do mês celebração da Santa Missa ás 7:30 da manhã.
Mais Informações através do Telefone - (84) 3435-2702 - Secretaria da Paróquia.

Fotos/videos:







Planejamentos da III CONEPIR - As regionais e a Estadual

Com a publicação do Decreto da III CONAPIR- Conferencia Nacional de Igualdade Racial, iniciou-se em todos os estados do território Nacional, uma verdadeira corrida contra o tempo para se construir conferencia regionais e uma estadual.

DECRETO Nº 23.582, DE 12 DE JULHO DE 2013.

Convoca a III Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial e dá outras providências.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 64, V e VII, da Constituição Estadual, e com fundamento nos arts. 11 e 66, I, da Lei Complementar Estadual n.º 163, de 5 de fevereiro de 1999,

D E C R E T A:

Art. 1º Fica convocada a III Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial, a ser realizada no período de 29 a 30 de agosto de 2013, no Município de Natal – RN, com os seguintes objetivos:

I – analisar e reafirmar os princípios e diretrizes aprovados na II Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial; e
II – avaliar a implementação de política pública estadual e nacional de promoção da igualdade racial.
Parágrafo único. A Conferência Estadual de que trata este Decreto terá como tema “Democracia e Desenvolvimento sem Racismo: por um Brasil afirmativo”, a ser desenvolvido de acordo com os seguintes assuntos, definidos no Decreto Federal (sem número), de 16 de abril de 2013, publicado na Edição n.º 73 do Diário Oficial da União (DOU), de 17 de abril de 2013:
I – estratégias para o desenvolvimento sem racismo;
II – avanços e desafios em políticas de igualdade racial no Brasil;
III – arranjos institucionais para assegurar a sustentabilidade das políticas de igualdade racial; e
IV – participação política e controle social nos espaços de decisão nas políticas de igualdade racial.
Art. 2º As atividades da III Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial serão coordenadas pela Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC).

Parágrafo único. A Conferência será presidida pelo Secretário de Estado da Justiça e da Cidadania que, nos casos de ausência ou impedimento, será substituído pelo Coordenador de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

Art. 3º O Regimento Interno da III Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial deverá:

I – disciplinar a organização e realização da Conferência, prevendo regras que assegurem a participação de membros da sociedade civil organizada; e
II – estabelecer os critérios para a seleção dos representantes do Estado na III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial.
§ 1º O Regimento Interno de que trata o caput deste artigo, em consonância com as disposições adotadas para a Conferência Nacional, deve ser elaborado por uma Comissão Organizadora composta de membros titulares e respectivos suplentes indicados na condição de representantes dos seguintes Órgãos e Entes Públicos:

I – SEJUC;
II – Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (SEEC);
III – Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP); e
IV – Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED).

§ 2º A Comissão Organizadora, mediante convite formulado pela SEJUC, contará também com a participação de membros da sociedade civil organizada em igual número dos representantes dos Órgãos e Entes públicos.
§ 3º O Regimento Interno de que trata o caput deste artigo será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE).

Art. 4º As despesas decorrentes da realização da III Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial serão custeadas com recursos de dotação orçamentária consignada à SEJUC.
Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal, 12 de julho de 2013, 192º da Independência e 125º da República.

ROSALBA CIARLINI

Júlio César de Queiroz Costa


Decreto de formação da Comissão Organizadora estadual - COE

PORTARIA Nº. 342/2013/GS-SEJUC     Natal (RN), 17 de julho de 2013. 
                                 
O SECRETÁRIO DA JUSTIÇA E DA CIDADANIA, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 2° e 3°, inciso 1°, do Decreto 23.582, de 12 de julho de 2013,
Art. 1º. – Compor a Comissão Organizadora da III Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial, de forma paritária, constituída por membros da Sociedade Governamental e Civil :

1.             Eduardo Gomes da Costa – Titular –SEJUC
Carlos Alberto G. Albuquerque – Suplente – SEJUC;
2.             Adna Lígia Dias de Souza Martins – Titular – SEJUC
Luiza Maria A. da Costa Medeiros – Suplente – SEJUC;
3.             Maria das Graças da Silva Lucas – Titular – SEJUC
Maria do Carmo da Silva Medeiros –Suplente – SEEC;
4.             Zacarias Anselmo da Silva – Titular – SEEC
Maria Aparecida Cunha de Souza – Suplente – SESAP;
5.             Flávio José de Oliveira – Titular – SEEC
Rosana Maria Silva Octavio – Suplente – SEJUC;
6.             Tatiana Pereira Pires – Titular – SEJUC
Dickson Rene Alves da Silva –Suplente – SEJUC;
7.             Carmosita Nóbrega Bezerra da Silva – Titular – SEJUC
Thiago Emerenciano Albuquerque Gonçalves – Suplente – SESED
8.             Adriana Batista de Alexandria Araújo – Titular – Articuladora das lideranças ciganas
        Francisco Fernandes Soares – Suplente – CIGANO;
9.             Adriano Ferreira da Silva – Titular – QUILOMBOLA
Andréia Nazareno dos Santos – Suplente – QUILOMBOLA;
10.          José Luiz Soares – Titular – INDÍGENA
        Zuleide Maria Bezerra – Suplente – INDÍGENA;
11.          Joilce Gomes Santana – Titular – OAB/RN
        Marilda Barbosa Almeida medeiros– Suplente – OAB/RN;
12.          Lúcia Helena Alves – Titular – MATRIZ  AFRICANA
         Francisca Luciene da Silva – Suplente – MATRIZ AFRICANA
13.          Maciel Marciley – Titular – FEUC
         Rogéria Vieira da Silva – Suplente – FEUC;
14.          Elizabeth Lima da Silva – Titular – ORGANIZAÇÃO KILOMBOLA
        Giselma Maria S. da Rocha – Suplente – ORGANIZAÇÃO KILOMBOLA.
Art. 2º – A Comissão Organizadora discutirá as eventualidades que transcorrerem no decurso da III Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial.
Art. 3º – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
JÚLIO CÉSAR DE QUEIROZ COSTA
Secretário de Estado da Justiça e da Cidadania
SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA E DA CIDADANIA


Retificação da Portaria nº 239/2013-GS/SEJUC de 02/05/2013 de instauração de Sindicância para apurar responsabilidade funcional atribuída ao Agente Penitenciário CID MARQUES DE ALBUQUERQUE, publicada no Diário Oficial do Estado nº 12.993 do dia 17.07.2013.

ONDE SE LÊ:
JÚLIO CÉSAR DE QUEIROZ COSTA
Secretário Adjunto da Justiça e da Cidadania

LEIA-SE:
JÚLIO CÉSAR DE QUEIROZ COSTA
Secretário de Estado da Justiça e da Cidadania
Natal (RN), 17 de julho de 2013. 
CÍCERO FRANCISCO CARDOSO
Secretário de Estado Adjunto da Justiça e da Cidadania
_______________________________________________________________________
Dando inicio aos trabalhos de confecção das conferencias municipais de igualdade racial.
Enquanto COE - Comissao Organizadora Estadual.

Diana.

Fotos/videos:






II Roda de conversa "Ciganos: memória, identidade e resistência"

Participamos da II roda de Conversa aconteceu em Florania, na Escola Estadual Macária Giffone, trabalho coordenado pelo nosso amigo Prof. Flávio José de Oliveira e a Profª Maria do Carmo da Silva. 
Estiveram presente os ciganos e lideranças das comunidades, Centro de Referencia em CRDH, Membros da Secretaria de Educação, Equipe de articuladores dos povos tradicionais da COEPPIR, UFRN – Departamento de Antropologia Visual, UFRN – CERES Caicó e Currais Novos, CEAT – Centro de Ações Educativas e Transformadoras, Pastoral Social da Arquidioce Metropolitana de Natal/RN , DHNET – Centro de Direitos Humanos e memória popular do RN, etc..

Na ocasião foram abordados vários temas, com foco na perca cultural oriunda da discriminação com relatos das ciganas que lá estavam. professores da Escola, e de outros participantes, Esse Evento foi de grande contribuição cultural para o povo cigano, pois abordaram muitos outros temas que merecem nossa atenção. em meio a alguns relatos dos ciganos:
Agente não somos vistos, temos vergonha de falar em público, pois ja sofremos demais.  Antonio Calon.
"Agente nao usa mais roupas tradicionais, porque fica mais fácil sermos aceitos pelos juren, tínhamos um grupo de dança, mas por falta de locais para se apresentar deixamos pra lá" Hiroana Calin

Carta Convite

A sociedade brasileira passa nos últimos anos por um processo de transformação social, política e cultural jamais vista em anos anteriores, a luta pela garantia de direitos às minorias étnico raciais, somados ao reconhecimento da necessidade de proporcionar a equidade social e o acesso à cidadania ativa, se configuram como um esforço para implementar políticas de ações afirmativas face ao contexto atual de garantia dos direitos humanos que se configura e que converge na primeira década desse século.

A Igreja Católica, aliada aos movimentos de organização pastoral que vislumbra a possibilidade de contribuir levando a luz do evangelho aos povos nômades, entre eles, ciganos, circenses e parquistas, conflui nesse pensamento quando, no estado do Rio Grande do Norte, tem promovido ações específicas de apoio aos ciganos distribuídos por mais de 25 municípios do estado, promovendo a discussão, a organização do processo de educação formal e não formal, associativismo e a busca da vivência das políticas sociais do Governo Federal em busca da cidadania e da garantia de direitos a quem historicamente teve negados pelo processo de exclusão social que imperou na organização social do nosso país.

Para tanto, a Pastoral dos Nômades do Brasil – com representação no estado do Rio Grande do Norte, tem a honra de convidar V.Sa. Para participar da 2ª Roda de Conversa “Cigana: identidades, memórias e resistências” em parceria com o Departamento de Antropologia Visual da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, que elaborou um projeto de Extensão Universitária em ação conjunta com diversas instituições sociais e tem, dentro do seu arcabouço de objetivos, alcançado metas que servirão de embasamento aos novos desafios postulados pelos sujeitos que vivem em condições de itinerância. O evento tem como objetivo, contribuir na discussão das questões de vida e permanências, educação escolar, saúde, acesso à Assistência Social e aos direitos sociais fundamentais para a convivência com os gajés, os não ciganos, como preconiza a Carta Magna da Constituição Brasileira.

Data: 04 de fevereiro de 2013.
Hora: 9 h ás 13 h
Local: Escola Municipal Macária Giffoni , Praça Calon, sn. Bairro Rainha do Prado. Florânia/RN
Apoio: Prefeitura Municipal de Florânia/ Secretaria Municipal de Educação e Cultura.

Parcerias: 

UFRN – Departamento de Antropologia Visual
UFRN – CERES Caicó e Currais Novos
CEAT – Centro de Ações Educativas e Transformadoras
Pastoral Social da Arquidioce Metropolitana de Natal/RN
DHNET – Centro de Direitos Humanos e memória popular do RN

Fotos/Vídeos: